Tamanho da Fonte Agência Estado 03/09/2010 às 11:20
As novas regras são resultado de mais de um ano de análise e atendem às recomendações do Regulamento Sanitário Internacional, lançado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 2005. "As normas estavam dispersas, o que muitas vezes confundia o profissional de saúde", explica a diretora adjunta do Departamento de Vigilância Epidemiológica do Ministério da Saúde, Carla Domingues. Ela espera que o novo formato possibilite uma redução das subnotificações. "Elas ocorrem por uma série de motivos. Muitas vezes, o profissional não dá importância devida a esse procedimento que, em saúde pública, é fundamental."
Com a mudança, 44 doenças passam a ser consideradas no País como de notificação compulsória - 6 a mais do que a relação anterior, preparada em 2006. Assim como a antiga lista, a nova relação traz um grupo de infecções que, pela maior gravidade, têm de ser comunicadas imediatamente às autoridades sanitárias, como dengue 4, botulismo e cólera ou antraz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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